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9 de ago de 2009

Homenagem aos verdadeiros pais...


O Dia dos Pais é especialmente difícil para mim que o passo sozinha há 14 anos. Por mais que tenha consciência de se tratar de uma data comercial, não adianta, bate uma saudade imensa. O que reforça este sentimento são justamente os anúncios de TV, que não raro me levam às lágrimas. Este ano elegi minha propaganda predileta, ela é um tanto inusitada, eu diria até inédita, pois não me lembro de nada parecido, e me tocou profundamente.

Tive um pai rígido, mas carinhoso. Que veio de uma família humilde, trabalhou muito e me deu tudo, do bom e do melhor, mas nunca de mão beijada. Que me avisou da difícil escolha profissional, mas que se estivesse aqui teria orgulho de mim. Um pai que mesmo contrariado, apoiou minha decisões, me orientou e respeitou. Que foi meu fã número 1, incondicional. Que me levava e buscava nas festas, não importava o horário. Que me cobrava, cobrava mais um pouco e depois mais ainda, e com isso ajudou na minha formação. Que será sempre um exemplo de homem de coração e caráter.

Foi assim que aprendi o que é ser um bom pai. Esse comercial de TV me trouxe muitas recordações, em função do que eu vejo acontecer hoje, dentro da minha casa, pois não importa se é biológico, adotivo, emprestado, as lembranças que ficam são de suas atitudes.
Para quem ainda não viu, assista, vale a pena: é preciso quebrar fronteiras...
Até o nome do menino é o mesmo. Fá, obrigada, você tem sido um paizão!

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