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14/10/2014

Uso de maquiagem pode prejudicar crianças

Sou contra o uso de maquiagem por crianças, por vários motivos. Para começar porque acredito que cada fase da vida deve ser vivida, sou contra pular etapas da infância e também critico a adultização, principalmente da forma que tem ocorrido com as meninas.

O brincar é importante, imitar o que os adultos fazem e isso sem dúvida inclui o brincar de se maquiar, mas o que temos visto por aí vai muito além do que simplesmente brincar. O que, se não causar danos no presente, certamente poderá causá-los no futuro.

Recebi esse texto da Sociedade Brasileira de Dermatologia e se os pais não se rendem aos argumentos acima que ao menos se preocupem com a saúde de seus filhos.

Uso precoce de maquiagem pode causar danos à saúde da criança 

Ela é tão presente na vida das mulheres que até mesmo as menores terminam se rendendo aos seus encantos. Sim, a maquiagem – que introduz meninas ao sedutor universo feminino - ressalta a beleza e consegue esconder muitas imperfeições. As vantagens destes cosméticos, no entanto, põem em alerta seu uso cada vez mais precoce pelas crianças. Muitos destes produtos não têm as características apropriadas para as pequenas e podem trazer sérios riscos à saúde.

“Nesta fase, a pele da criança está em constante transformação e o uso de maquiagem pode causar dermatites de contato, oleosidade excessiva e acne precoce – e esta última só deveria aparecer no início da adolescência”, alerta o dermatologista Emerson de Andrade Lima. Outro erro frequente é o uso de produtos destinados a adultos. “Na criança, as camadas da derme são menos resistentes e com baixo teor de gordura. Mesmo assim, grande maioria delas usa os cosméticos da mãe, um erro grave”, ressalta. 

Por isso, os pais precisam ter muito cuidado na hora da compra, na escolha dos produtos, prestando bastante atenção na composição da maquiagem da criança. “Os pais que devem escolher o que a criança vai usar, sempre optando por produtos antialérgicos, suaves, com menos perfumes e corantes, além de serem aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e específicos para o público infantil”, pontua o dermatologista.

Maquiagem infantil em festas e para bonecas

Outro alerta importante é com relação às pinturas feitas em momentos festivos e as maquiagens de bonecas. “Estes produtos contêm muitos produtos químicos que podem causar irritações e ressecamentos. Os pais devem observar se foram dermatologicamente testados e se seus componentes são aprovados pelo Ministério da Saúde”, explica.

Após adquirir os melhores produtos para a pele da criança, também é necessário levar a sério a remoção do “make-up” depois da brincadeira. “As crianças não têm a preocupação de remover a maquiagem, o que tapa os poros e termina impedindo a respiração correta da derme”, explica Emerson de Andrade Lima. A melhor opção, aponta o dermatologista, é fazer a higienização assim que possível, usando demaquilantes cremosos que não contenham álcool em sua composição.

Por: Sociedade Brasileira de Dermatologia

07/10/2014

Projeto Água, Arte e Sustentabilidade em Jundiaí - SP

A partir de hoje, o Parque da Cidade de Jundiaí receberá o projeto itinerante Água, Arte e Sustentabilidade. O projeto é composto por exposição de arte popular brasileira e espetáculo teatral para abordar o tema: água e seus ecossistemas, refletindo também sobre a necessidade de equilíbrio na produção e no consumo de alimentos.

Sob uma tenda de 250m2 com uma cenografia que extrapola o espaço cênico, o público é conduzido por artistas arte-educadores para ‘mergulhar’ no universo aquático, prestigiando obras de artistas populares brasileiros, tais como Ranchinho e J. Borges. Além das obras, o ambiente é composto por vídeos, iluminação especialmente elaborada e música original.

Exposição de Arte. Foto: Álvaro Motta

O espetáculo teatral interativo permite ao público refletir de forma lúdica sobre o seu importante papel na preservação do meio ambiente e da sustentabilidade. O tema das águas é tratado tanto em seus aspectos biológicos, quanto culturais e simbólicos.

Cena do espetáculo teatral. Foto: Álvaro Motta

A base científica do projeto foi orientada por Morena Mills - Doutora em Biologia Marinha - contemplada com o prêmio Internacional Tall Poppies Quensland, por esta ação de aplicar a ciência pelo bem da população.

Água, Arte e Sustentabilidade é uma iniciativa das empresas nacionais Art Unlimited, avaliada internacionalmente pela gestão de projetos de arte, entretenimento e sustentabilidade, e Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas, reconhecida pela expertise em projetos socioculturais educativos e de sustentabilidade. A iniciativa conta com a criação geral e direção artística de Gisela Arantes e a coordenação e curadoria de Tânia Mills. E tem o patrocínio da Deca, divisão de negócios da Duratex.
“O projeto visa conscientizar as novas gerações sobre o valor da água, formar público para o teatro, ampliar o conhecimento de arte popular brasileira e incentivar a criatividade das populações locais, democratizando o acesso aos bens culturais”, ressalta Gisela Arantes, autora do projeto.

Voltado para alunos de escolas públicas municipais, na faixa etária de 7 a 12 anos, o evento também recebe o público em geral, com apresentações gratuitas.

Na bagagem do conteúdo, seguem dois manuais ilustrados, um distribuído ao estudante e outro ao professor.

Principais fontes de referência do conteúdo utilizado no projeto:

  • Avaliação do Milênio dos Ecossistemas, 2005, Ecossistemas e o Bem Estar Humano: Ecossistemas Aquáticos e água síntese. World Resources, Wahsington, DC 
  • Carta da Terra, 2000. Comissão da Carta da Terra

Agenda

Data: de 7 a 25 de outubro

Apresentações: De 3ª. a 6ª., às 09 e às 14 horas e, aos sábados, às 11 horas

Local: Parque da Cidade – Rodovia João Cereser, Km 66, junto à represa do DAE - Jundiaí

Público-Alvo: crianças de 7 a 12 anos

Entrada Gratuita

Vagas limitadas!(Ingressos distribuídos 1hora antes)

O projeto oferece às escolas municipais apoio logístico de dois ônibus para transportar seus alunos.

15/09/2014

A adultização e a banalização da infância

A infância é o período mais importante de nossas vidas e nela que são forjados nossos princípios, nosso caráter, é o período onde podemos errar e acertar sem medo e dessa forma construímos aquele que seremos no futuro.

A brincadeira tem um papel fundamental nesse momento que é a de permitir que a criança crie situações e aprenda gradualmente. Independente da fase da infância que ela se encontre, serão muitas as brincadeiras em que irá reproduzir o modelo do adulto e isso ajudará no seu amadurecimento sadio. Quando etapas da infância são puladas essa criança vai aprender no contexto real e os prejuízos podem ser muitos. Insegurança, imaturidade, fuga, violência...

O que observamos hoje é a adultização e a banalização da infância. Esse assunto já foi tratado aqui por diversos pontos de vista dois exemplos são os textos Como evitar a adultização da meninas e Crianças sem tempo para brincar, mas o que me motivou a escrever novamente sobre o tema foi uma publicação que apareceu na timeline do Facebook sobre um ensaio fotográfico feito pela Vogue Kids, que despertou a indignação de algumas pessoas por colocar as crianças em poses sensuais. O resultado é que ministério público foi acionado e a justiça mandou recolher a edição da revista alegando que a publicação viola o princípio da "proteção integral à criança previsto pela Constituição".

Imagem: Campanha contra abuso infantil da Prefeitura de Fortaleza

O responsável é o responsável!

Não pretendo iniciar uma caça às bruxas e encontrar um culpado para esse caso específico, mas levantar uma discussão sobre o assunto, usando esse caso e outros, como exemplo.

A revista publicou as fotos, mas antes disso acontecer alguém autorizou a pauta, um outro alguém cuidou da produção, um outro alguém fotografou e os pais dessas crianças concordaram com tudo isso. Todas as pessoas envolvidas não viram problema na publicação, caso contrário ela não teria acontecido. Esse é o ponto!

Peguemos um outro exemplo recente. A campanha Stop the Beauty Madness, criada pela escritora Robin Rice, com o proposito de questionar os padrões de beleza e que convocava as mulheres a publicarem fotos sem maquiagem. Foram inúmeras as crianças que participaram da "campanha"! Oi??? 

Sim, para essas crianças, embora não entendessem o motivo da campanha (muitos adultos também não entenderam!), fazia todo sentido publicar uma foto sem maquiagem, pois se maquiar com 9, 11, 13 anos, faz parte do cotidiano delas. Elas vão maquiadas para a escola, e não estou falando só de um gloss para evitar rachadura nos lábios, vão maquiadas com direito a sombra, rímel, lápis, batom e tudo mais. Maquiar-se não é uma brincadeira, é o normal. E então eu pergunto, quem comprou essa maquiagem, quem permite que ela saia de casa para a escola com o rosto pintado?

Mais um exemplo? Esse é mais antigo, que tal crianças com menos de 10 anos que ganham de presente celulares ultra modernos? Quando tiverem 15 vão querer ganhar o quê? Um carro?

A adultização e a banalização da infância começa dentro de casa. Existe uma inversão de valores. Com 10 anos a menina vai maquiada para a escola, mas não consegue arrumar a própria cama. Com oito anos o menino carrega um mega celular, mas precisa da mãe para se limpar no banheiro. Existe também uma preguiça em olhar para os filhos e prestar atenção ao que estão fazendo. Com 12 anos a menina publica fotos sensuais nas redes sociais e a mãe chora em rede nacional quando são compartilhadas por pedófilos.

As campanhas contra o abuso infantil, como a da imagem usada nesse post, discursam que quando isso ocorre a infância é perdida, e é verdade. Acontece que muitas crianças, eu arriscaria dizer que uma maioria, perde um pouco da infância sem mesmo passar pelo que foi convencionado chamar de abuso infantil. É um abuso velado, que passa despercebido e pior é aceito como uma condição normal e sendo assim não gera campanhas, nem mobilização da sociedade. Criar crianças dá trabalho, faz pensar e exige dedicação por parte de quem cria.

Do jeito que as coisas caminham estão fabricando uma geração de adultos neuróticos, problemáticos, fúteis e até certo ponto infantis. É gratificante quando percebemos que nosso filhos cresceram, amadureceram, mas isso precisa acontecer gradualmente. Não precisamos ter pressa para que se tornem adultos, precisamos sim, fazer com que se tornem adultos capazes de viver uma vida de adulto plena, que tenham consciência de seus direitos e deveres e lembrar que quando isso acontecer e da forma que acontecer, não tem volta.

08/09/2014

Playbulb: lâmpada que acalma o bebê

Imagine uma lâmpada que toca a seleção de músicas que você escolher e que diminui a intensidade de luminosidade conforme você programar. Pode parar de imaginar, essa lâmpada existe e uma das melhores aplicações para ela é o uso no quarto de bebês e crianças.

A Playbulb é um lâmpada de LED inteligente, com uma caixa de som embutida que pode ser controlada pelo smartphone ou outro aparelho com Bluetooth. Fomos ao lançamento do produto no Brasil e ficamos realmente impressionados com sua praticidade.

O sistema é simples, não necessita de técnico para instalar. Basta rosquear como uma lâmpada qualquer, ter conexão com a internet, fazer download do aplicativo, disponível para Android ou IOS e começar a usar. Com um aparelho é possível controlar até duas lâmpadas a uma distância de até 10m. Ecologicaente correta, a Playbulb é feita de LED com potência de 3W, equivalente 50 W de uma lâmpada comum.



Lâmpada que acalma o bebê

Você cria uma play list com canções de ninar, ou as canções preferidas para o bebê dormir e na hora programada o volume do som e a intensidade da luz vão diminuir. 

A Playbulb também desliga na hora programada, com opção da música continuar tocando ou não. Isso evita o entra e sai no quarto do bebê e garante um sono mais tranquilo, além de dar sossego para os pais que podem ir se deitar sem se preocupar em retornar ao quarto para apagar a luz.

Você pode levar a Playbulb para onde quiser e assim reproduzir a iluminição e o som ambiente que o bebê está acostumado, ajudando a acalmá-lo, mesmo quando dorme fora de casa, como no caso de uma viagem.

Além disso ela funciona como despertador, acendendo a luz e tocando a música que você escolher. Até o fim do ano estará disponível uma outra versão, com luzes coloridas.
O preço médio da Playbulb é R$ 399,00 e pode ser comprada clicando aqui!



04/09/2014

6 dicas para ajudar na lição de casa

Valorizar o trabalho do filho na escola implica em compartilhar as tarefas do dia-a-dia, o aprendizado, as conquistas e dificuldades. Isso significa também ter um cuidado especial em relação a lição de casa das crianças. Confira as dicas da educadora Itamara Barra, Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I do colégio Nossa Senhora do Morumbi.

Já falamos sobre o assunto aqui, mas nunca é demais ler o que profissionais da área têm a dizer.


6 dicas para ajudar na lição de casa


1- Evite que a criança tenha distrações na hora de fazer a lição.

Fazer a lição de casa em frente a TV ou ao computador não é bom. Segundo Itamara Barra, coordenadora do colégio Nossa Senhora do Morumbi, fazer tudo ao mesmo tempo não é produtivo e nesse momento a rotina é de extrema importância, pois fazer as coisas com calma e bem feitas é fundamental para o crescimento.

2 - Providencie um local apropriado.

Mesa de jantar não é lugar de fazer lição de casa. A criança precisa de um lugar adequado para fazer as tarefas, que seja iluminado e longe de barulhos e possíveis distrações.

3 - Não faça a lição para o seu filho.

Esse é um dos erros mais frequentes dos pais que, na ânsia de ajudar,  acabam atropelando os filhos. Lembre-se que a tarefa é do filho e não dos pais. Itamara diz que orientar e estar junto é muito importante, mas fazer por ele significa ser conivente com a falta de responsabilidade da criança. Além disso, o erro faz parte da aprendizagem e auxilia o trabalho do professor. Quando a criança encontra uma dificuldade, o ideal é que os pais tentem tranquilizá-la e enviem um recado para a professora relatando o problema.

4 - Não há necessidade de acompanhar o filho do começo ao fim da lição.

Se a criança for bem orientada no começo da vida escolar, ela vai criar um hábito, uma rotina estabelecida para a realização das tarefas. Além disso, é importante que ela sinta que o responsável também tem uma ocupação e que aquele dever é dela e não dos pais.

5 - Descubra qual é o melhor horário para o seu filho.

A família deve observar em qual horário a criança está mais descansada e disposta para fazer a lição e, a partir daí, construir uma rotina para a realização das tarefas. Saiba ainda que o tempo de duração varia de acordo com cada criança, pois cada uma tem um ritmo próprio e mais ou menos facilidade com determinadas matérias.

6 - Pergunte sobre a lição do seu filho.

“É de extrema importância participar da vida escolar dos filhos e interagir no seu aprendizado e suas conquistas”, afirma a coordenadora, e perguntar sobre a lição pode ser uma boa forma de demonstrar interesse.

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