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09/04/2014

Merenda escolar merece atenção - Dicas de nutricionista

De acordo com o Ministério da Saúde, uma em cada três crianças está acima do peso no país e um dos motivos é a falta de hábitos alimentares saudáveis. Pequenos com sobrepeso e obesidade tendem a permanecer desta maneira na idade adulta e são mais propensos a desenvolver diabetes e doenças cardiovasculares. Com a volta às aulas, a merenda escolar passa a ser uma preocupação para os pais. Bolachas recheadas, sucos artificiais ou adoçados, salgadinhos de pacote, balas, pirulitos, gomas de mascar e frituras devem ser evitados. A nutricionista do Hospital Paulistano, Cíntia Marques Cardoso de Resende, dá algumas dicas de como equilibrar a alimentação dos pequenos durante o ano letivo.



“Os lanches precisam ser completos para manter a energia das crianças durante o período em que estão na escola, por isso o ideal é que tenham nutrientes energéticos, construtores e reguladores. Entre os energéticos há opções de cereais (trigo integral, aveia, canjica, fubá, etc.), massas (pães, bolos), raízes feculentas (batata, mandioca, mandioquinha), além de óleo e oleaginosas (gordura vegetal, coco, castanhas). Já os alimentos construtores são representados pelas proteínas como leite e derivados, carnes, ovos e soja, e os reguladores, compostos por frutas, legumes e verduras, ricos em vitaminas e minerais”, afirma a especialista.

Sucos e vitaminas de frutas preparados em casa são opções de alimentos reguladores, mas precisam de cuidados na embalagem, pois, especialmente os que apresentam vitamina C, sofrem oxidação em contato com luz, calor e oxigênio, perdendo a eficiência. A reação química pode ser evitada utilizando-se garrafas escuras e bem vedadas, ou preenchendo-se no mínimo 90% do espaço, de forma que a exposição ao oxigênio seja reduzida. Uma alternativa saudável aos sucos caseiros são os industrializados, mas somente aqueles que apresentam 50% de polpa de fruta ou os que são à base de soja.


Para preservar as propriedades nutritivas, é preciso estar atento ao armazenamento da merenda. “Lanches preparados com queijo, presunto e outros frios ou iogurtes precisam de refrigeração, por isso é recomendável que sejam levados em lancheira térmica. Os utensílios onde a comida é colocada também merecem atenção. Rachaduras provocam o acúmulo de resíduos e possibilitam a contaminação dos alimentos. Se houver alguma trinca em potes ou garrafinhas, é hora de trocá-los”, alerta Cintia.

Variar o lanche das crianças é uma forma de fazer com que elas tenham uma boa aceitação aos preparos caseiros. Abaixo, estão listadas algumas sugestões de merenda escolar, com receitas que podem ser preparadas em casa, elaboradas pela nutricionista Cíntia Marques Cardoso de Resende.

Lanches infantis
Opção 1
Uma bisnaguinha integral com patê de cenoura
Uma caixinha de suco de soja de maçã (200ml)
Uma banana
Opção 2
Pão de forma light com geleia de morango
Suco de laranja (200 ml)
Uma pera
Opção 3
Bolo de coco simples
Uma caixinha de achocolatado (200 ml)
Uma porção de uva
Opção 4
Barra de cereais
Uma caixinha de suco de soja com sabor de fruta (200 ml)
Uma goiaba
Opção 5
Um copo de iogurte natural
Um potinho com granola ou cereal para misturar com o iogurte Uma fruta

Receita 1 – Bolo simples de coco
Ingredientes:
3 ovos
1/2 xícara de leite
1 vidro (200ml) de leite de coco
1 e 1/2 xícara de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
6 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha (opcional)

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque a massa em uma forma antiaderente e leve para assar por aproximadamente 40 minutos.


Receita 2 – Torta Salgada
Ingredientes massa:
10 colheres de sopa de farinha de trigo
2 ovos
3/4 xicara de leite
1 pote de iogurte natural (pode ser desnatado)
1 colher de sopa rasa de fermento em pó químico
Sal e orégano a gosto

Ingredientes recheio:
2 tomates médios picados
1 cebola média picada
1 lata de ervilhas
1 lata de milho
1 peito de frango pequeno, cozido e desfiado; ou  1 lata de sardinha, escorrida, limpa e picada; ou  1 lata de atum escorrido
Sal a gosto

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes do recheio em um recipiente e reserve. Misture os ingredientes da massa até obter uma mistura homogênea. Coloque a massa em uma forma antiaderente, acrescente o recheio e leve para assar por aproximadamente 40 minutos.

12/02/2014

Testamos a faixa de sustentação para gestantes da NUK

Recebemos produtos da linha NUK Marternity, para testar. Famosa por seus produtos de puericultura leve para bebês, mães e gestantes, a NUK Brasil aposta em um novo segmento para atrair as mamães, sua primeira linha de lingerie para grávidas e puérperas.

Conheça a linha NUK Marternity 


Faixa de Sustentação para Gestante - Confortável e ergonômica, se adapta à evolução da barriga e a sustenta sem comprimi-la, diminuindo o desconforto, o cansaço e as dores lombar, comuns na gravidez. Confeccionada em microfibra poliamida elastano, promove bem-estar, além de deixar a pele respirar. Um reforço sob a barriga e nas costas permite um suporte eficaz sem causar incômodo. Sem costura, não marca a roupa, não amassa, nem encolhe.


Sutiã de Sustentação - Proporciona máxima sustentação com o conforto que os seios sensíveis da gestante necessitam. O bojo se ajusta às evoluções do busto durante a gravidez e a modelagem sem costura valoriza as formas sem marcar. Confeccionado em poliéster elastano, o sutiã possui alças e laterais mais largas e formato nadador, que garantem o suporte ideal.





Sutiã de Amamentação - Desenvolvido para facilitar o ato da amamentação, adapta-se à evolução dos seios durante o aleitamento. De fácil abertura, a mãe só precisa usar uma das mãos para que o seio seja exposto e oferecido ao bebê. As alças e as laterais largas, integradas ao formato de costas nadador, contribuem para garantir o suporte ideal e o alívio do desconforto causado pelo peso dos seios. De poliéster elastano, possibilita toque suave e deixa a pele respirar.


Bermuda Modeladora - O design com pernas mais longas e cintura alta remodela a cintura e o quadril por meio de uma leve compressão, sem apertar. Auxilia na correção da postura e ajuda a involução uterina, processo normal logo após o parto. Confeccionada em microfibra poliamida elastano, disfarça celulite e flacidez.




Testamos a faixa de sustentação

Pedimos para uma leitora testar a faixa de sustentação para nós e foi aprovadíssima.



Thaís Berbery, 31, está gravida de 23 semanas, do seu segundo bebê (uma menina!), é Profissional de Educação Física e dá aulas de Pilates. Embora tenha uma boa consciência corporal proporcionada por sua profissão, sofre com os incômodos da gravidez, principalmente em relação à sensação de cansaço e dores nas costas.

Ela nos relatou que está usando a faixa diariamente para trabalhar e quando vai realizar tarefas domésticas. "A faixa é confortável, não dobra ou enrola como diz a embalagem e realmente promove a sustentação da barriga, sobrecarregando menos a coluna." disse Thais.

O único inconveniente relatado por ela, foi sobre o calor, mas é preciso dar um desconto, pois o teste foi feito durante o período mais quente já registrado na cidade de São Paulo! De fato a faixa não marca por baixo da roupa, tivemos a oportunidade de estar com a Thais vestida com roupa de ginástica e a faixa era imperceptível.

Já teve seu bebê e quer testar outro produto NUK para nós? Temos um sutiã para amamentação tamanho G. Envie um e-mail para contato@interconectada.com.br pedindo para testar que enviaremos sem custo para seu endereço (somente para residentes no Brasil!), em contra partida precisamos do seu depoimento sobre o produto para publicar aqui no Criando Crianças.Temos apenas um! Então o primeiro que solicitar leva!

06/02/2014

Gestantes portadoras de hemofilia devem ter cuidados específicos no parto

As mulheres portadoras do gene da Hemofilia, transtorno genético que afeta a coagulação do sangue, devem ter cuidados diferenciados no pré-natal e no parto, com acompanhamento de obstetra e hematologista. A hemofilia se manifesta prioritariamente em homens, mas é transmitida pelo gene que está ligado ao cromossomo X.


“Em geral, quando há casos na família, a mulher é uma provável portadora, principalmente se tem irmão, pai, avô ou tios com hemofilia. Porém, para se ter certeza é necessário realizar um exame de sangue específico para dosagem de fator VIII, responsável pela coagulação do sangue e em casos mais difíceis de detecção, exames moleculares”, explica Claudia Lorenzato, hematologista, coordenadora do programa de Coagulopatias do HEMEPAR – Hemocentro do Paraná.

Na gravidez, a gestante deve ter os cuidados habituais. Além disso, a dosagem do fator VIII é necessária, porque algumas portadoras têm essa atividade baixa e podem precisar da reposição dessa substância concentrada, que é disponibilizada pelo SUS, por meio dos Hemocentros ou Centros de Tratamento de Hemofilia, após o cadastro da portadora. “O ideal é que o parto ocorra em um hospital que atende gestações de alto risco, ou seja, com UTI Neonatal e banco de sangue, caso haja perda significativa de sangue”, explica Claudia, que também é pediatra e integrante da Comissão de Acessoramento Técnico do Ministério da Saúde.

A escolha entre cesárea e parto normal fica a critério da parturiente e do obstetra, que deve ser informado sobre os risco de sangramento intracraniano caso a retirada do bebê seja difícil, inclusive com o uso de fórceps. Nestes casos, a equipe de pediatras da UTI Neonatal deve estar orientada sobre o uso precoce de Concentrado de Fator VIII e dosagem da atividade plasmática.

A médica, Doutoranda em hematologia pela Universidade Federal do Paraná, avalia que quando o exame comprova o gene na mulher para a hemofilia, para cada gestação, independentemente do sexo, o bebê terá 50% de chance de nascer com o distúrbio hemorrágico. Isso significa que se for menina há 50% de possibilidade de ser portadora igual a mãe e no caso de menino, 50% de nascer com a hemofilia.

Sobre o diagnóstico da criança, o ideal é saber o quanto antes para iniciar o tratamento adequado e tomar os cuidados necessários, sobretudo quanto às vacinas. Quanto antes a mãe se informar sobre a hemofilia e sobre quais cuidados que ela deve tomar é melhor. Ela pode também obter informações pelo site www.hemofiliabrasil.org.br e se cadastrar na Federação Brasileira de Hemofilia para receber dados atualizados sobre este distúrbio e tratamentos atuais no Brasil e no mundo.

A profilaxia, tratamento preventivo domiciliar, é prescrito a partir da indicação do hematologista que segundo o protocolo oficial do Ministério da Saúde, pode ter início antes ou após a primeira hemartrose e antes dos dois anos de idade. O procedimento é gratuito, disponibilizado pelo Ministério da Saúde e inibe as hemorragias internas e externas que se não contidas podem causar sequelas que levam à deficiência física e à invalidez.

Mais informações: Federação Brasileira de Hemofilia: Site: http://www.hemofiliabrasil.org.br/

30/01/2014

Choros, reclamações e caras feias na volta às aulas - o que fazer

A volta às aulas é sempre um momento de muita tensão para quase todas as famílias. É uma grande preocupação dos pais lidar com os choros, os esperneios, as reclamações e as caras feias dos filhos neste momento.



Se de um lado, os filhos com esses comportamentos expressam seu descontentamento com o início ou recomeço das aulas, do outro lado os pais sentem emoções de todas as ordens. Na maioria das vezes, o que os pais pensam ou sentem pode ajudar o filho a superar a dor ou a reforçá-la.

Abaixo, conheça os diversos pensamentos e emoções impróprias que os pais costumam desencadear, qual o seu efeito nocivo nos filhos e como melhorar as atitudes:

“Ah, coitadinho!!!” – Pensar assim faz os pais acharem que são maus e a sentirem culpa. Os comportamentos que surgem daí demonstram fragilidade e insegurança.

Ao perceber a insegurança dos pais, a criança sente-se forte e entende que está no caminho certo para ter o que quer. Isso consequentemente cria novos comportamentos semelhantes, até em outros contextos.

Compreenda melhor – Seu filho não é coitado, você não é má e é muito comum esse tipo de pensamento e sentimento dos pais, assim como dos filhos, de querer se preservar do desconhecido. Pais e filhos estão aprendendo juntos.

É importante lembrar sempre que existem outras necessidades naturais que impõem a vocês dois estes períodos diários de separação. Isso é bom, é importante para o seu desenvolvimento profissional e para a criança, na sua sociabilização, independência e aprendizados da vida. Conheça bem a escola, confie em seu trabalho e a tenha como parceira. Procure acreditar que os processos de desenvolvimento de seu filho são naturais e que ele vai superar tudo isso, assim como você.

“O que as pessoas vão pensar? Eu não sei o que fazer!” – Pensar assim, com vergonha, pode desencadear comportamentos que tentam abafar ou disfarçar, o que faz buscar desculpas esfarrapadas para os comportamentos da criança.

Seja sincera e firme! – É natural a criança se sentir um pouco infeliz em ter que deixar a tranquilidade e segurança do lar ou a descontração das férias. Fique tranquila! As pessoas, em geral, compreendem este processo de mudança de pais e filhos, principalmente os outros pais e professores. Ninguém está aí para julgá-lo. Busque experimentar alternativas, pois não existem receitas prontas. Que tal olhar nos olhos do filho e dizer que sente muito, mas que vocês dois precisam aprender a importância disso e ficarem bem? Respire fundo e diga – “calma, mamãe volta para te buscar” – e fale isso com toda a firmeza e segurança que você puder.

“Ah, está querendo me expor desobedecendo, dando esse show, que feio!” – Os sentimentos de irritação e de raiva que acompanham esse pensamento vão gerar comportamentos agressivos e um tom áspero, ambos desrespeitosos com a dor da criança. Quando a criança tem um temperamento mais forte, isso tende a inflamar ainda mais seus ânimos, aí sim acontece um verdadeiro duelo. Diferente do que se imagina, nessa hora as sensações, emoções e sentimentos que afloram na criança são sempre de desproteção/desamparo, de rejeição e de desamor.

Confie e transborde confiança - A criança está apenas expondo seu descontentamento e até o medo. Procurando meios de obter a segurança e o conforto que julga importantes, ela está testando seus limites, te conhecendo. Quer apenas perceber se pode confiar em você, nas suas escolhas, nos seus cuidados. Ela deseja alguém forte para protegê-la e não de mais ameaças. Mostre numa conversa franca, firme, mas cheia de amor que você está com ela, que ela pode confiar em você.

Lembre-se sempre, pais e filhos estão crescendo juntos. Confie!!!

Por: Roselake Leiros

Roselake Leiros  é Coach de Vida e Relacionamentos, Consultora Palestrante especializada em Comportamento Humano e Diretora Executiva da CrerSerMais Desenvolvimento Humano e Empresarial.

20/01/2014

Crianças tem saúde pior do que há 10 anos

Mudanças de estilo de vida e de alimentação estão refletindo na condição física e na saúde das crianças brasileiras. De acordo com pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo em parceria com o centro de estudos de aptidão física de São Caetano, os adolescentes e as crianças de hoje estão mais lentos e possuem menos fôlego e força do que os de 10 anos atrás.



Essas crianças, independente de seu peso, têm mais chances de ter colesterol alto, hipertensão e diabetes quando adultas.

Segundo o Dr. José Jorge Magalhães Ferreira de Sousa, pediatra do Hospital San Paolo - centro hospitalar de média complexidade localizado na zona norte de São Paulo – ”As crianças hoje em dia levam uma vida mais sedentária do que antigamente. Com o progresso tecnológico vivem em frente aos computadores e aos jogos eletrônicos em detrimento das atividades esportivas.

Além disso, com a  inserção das mulheres no mercado de trabalho para contribuição na renda familiar, é preconizada uma alimentação rápida, prática e barata, a famosa ‘fast food’, de modo a agilizar o cotidiano  familiar”.

Em função disso, o profissional explica que a classe médica pediátrica está mais alerta, e com a evolução e sofisticação de alguns métodos, consegue diagnosticar precocemente casos de colesterol alto, obesidade e diabetes nas crianças. Em contrapartida, os adultos estão cada vez mais esclarecidos com relação aos cuidados com a saúde, realizando práticas esportivas e alimentação mais saudáveis.

Dessa maneira, percebemos que não necessariamente existe uma inversão das patologias, mas apenas uma detecção precoce na faixa etária pediátrica, que não existia antigamente, e um maior cuidado com a longevidade por parte dos adultos.”

Fonte: Hospital San Paolo

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