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28 de abr de 2015

Dica de livro: Coaching para Pais e Mães

Ter uma relação saudável com os filhos, auxiliá-los no desenvolvimento e transmitir valores são grandes desafios para os pais modernos. Foi pensando nisso que a coach Bibianna Teodori escreveu o livro Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento dos seus filhos”.

Lançado recentemente pela editora Matrix, a obra propõe aos pais um processo de autoconhecimento e fortalecimento da autoestima como maneira de transmitir mais segurança aos filhos e garantir a educação adequada.

Bibianna conta que a vontade de falar para esse público já vem de muito tempo, mas cresceu ao atender seus clientes que passavam pelo processo tradicional de coaching. “Percebi que a maioria deles tinha uma visão do futuro confusa no papel de pais e diversos conflitos, como baixa autoestima, insegurança e problemas de comunicação com os filhos”, explica.

A coach afirma que as dificuldades que teve na infância e experiência com os dois filhos adolescentes serviram como base para escrever o livro. “Acredito que ter nascido numa família pobre, na qual sempre houve problemas de comunicação, falta de recursos e falta de amor, tenha contribuído bastante.”

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O mundo moderno


Bibianna lembra que a rotina mais agitada dos pais de hoje deixou o trabalho deles mais difícil. “Atualmente há mais cobrança no trabalho, trânsito intenso, mães também trabalham fora, um nível de estresse muito alto. E não há oportunidade de aprender, treinar ou estudar antes, não há um manual de instrução para os pais.”

Para ela, exercer a função de tornar outro ser uma pessoa independente, saudável, responsável e bem-sucedida é um enorme desafio, entretanto, extremamente gratificante. “São 24 horas por dia, 7 dias por semana, pelo resto da sua vida. Mas não existe nada mais recompensador”, garante.

De acordo com a autora, o objetivo de “Coaching para Pais e Mães” é ajudar a cumprir a missão de educar, já que muitos se veem perdidos. A coach ressalta que a criança se espelha nos pais, por isso estes devem ter objetivos e valores bem definidos.

“O processo de autoconhecimento e a autoconfiança ajudam a proporcionar uma vida plena aos filhos. No livro é possível encontrar respostas para várias questões que afligem os pais, usando um conceito novo na educação das crianças e jovens.”


10 de abr de 2015

Como escolher o berçário para o seu filho

A decisão de colocar o filho no Ensino Infantil não é nada fácil. Separar-se da criança ou até mesmo do bebê é, em muitos casos, doloroso para os pais. No entanto, diante da necessidade de trabalhar fora por longos períodos, os pais veem no berçário ou na unidade infantil uma opção para que os filhos fiquem em boas mãos. Segundo o Censo Escolar, as matrículas em creches (destinadas a crianças de 0 a 3 anos) aumentaram 65,1% de 2008 a 2014. São cerca de 58,6 mil escolas que oferecem o serviço no país.

Apesar da grande procura pela Educação Infantil - que, no Brasil, corresponde às crianças de 0 a 6 anos -, muitos pais ainda ficam em dúvida com relação ao momento certo de deixarem os filhos sob os cuidados da escola. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, falar em um momento ideal apenas angustia os pais, que devem, na verdade, observar as suas próprias necessidades e também as da criança.

"Hoje, algumas mães conseguem licença maternidade de até seis meses. Outras conseguem licenças premium e férias e estendem até o sétimo ou oitavo mês. Outras conseguem só até o quarto mês. Falar em ideal é complicado, pois angustia as mães. Não se trata de ideal, mas sim do possível", afirma Ana Cássia. 

Os pais devem levar em conta que a experiência de colocar a criança no Ensino Infantil pode ser benéfica. Esses benefícios incluem o desenvolvimento da autonomia, da cognição, linguagem e socialização. “Enquanto em casa a criança teria contato no máximo com os irmãos, na escola ela aprenderá a conviver e a dividir”, afirma Ana Cássia.

Estímulos e desenvolvimento


Um grande benefício de colocar o filho no Ensino Infantil é o desenvolvimento de autonomia, principalmente porque, em muitos casos, os pais têm "pena" de tomar atitudes como a retirada da fralda e da chupeta. No colégio, essas etapas são naturais, e, com a ajuda dos pais - que não devem abrir exceções quando o filho está em casa, cedendo à chupeta, por exemplo - a criança desenvolverá sua autonomia desde cedo. Além disso, no colégio a criança será estimulada por profissionais.

Kelly Barros, berçarista no Colégio Evolve, em São Paulo, explica que o trabalho de estímulo com os bebês e as crianças pequenas envolve tanto a linguagem quanto a experiência tátil e o desenvolvimento motor. São realizadas atividades como circuitos e passeios pelo colégio, contação de histórias e experiências musicais - quando as cuidadoras cantam para as crianças.

O Colégio trabalha com um sistema que permite tanto que os pais deixem os filhos todos os dias no colégio quanto em dias específicos. Para Lisley Amado, coordenadora pedagógica do Evolve, quanto maior a frequência da criança melhores os resultados alcançados, já que é necessária uma adaptação às cuidadoras e ao ambiente, além da vivência de um projeto, possibilitando o desenvolvimento de forma mais ampla.

Escolas especializadas


O momento de escolha da escola em que se deixará o filho é outra preocupação que aflige os pais. Além de procurar um lugar confiável e com referências, outro ponto destacado pela psicóloga Ana Cássia Maturano é a importância de buscar colégios específicos para o Ensino Infantil - ou que, no caso dos colégios maiores, possuam um prédio separado para este fim. Isso porque a criança deve ser introduzida ao ambiente escolar aos poucos. "É como uma casa da vó que vai se ampliando, e, aos poucos, vai introduzindo coisas mais parecidas com uma escola", compara a especialista.

No caso das crianças menores, principalmente dos bebês, é fundamental que exista um ambiente sereno, acolhedor, aconchegante - que facilite a adaptação da criança e permita que ela se sinta confortável, o que é percebido mesmo pelos mais novinhos. "O bebê percebe os sons e vozes desde que está na barriga da mãe", diz Lisley Amado, coordenadora do Evolve.

31 de mar de 2015

6 dicas para criar hábitos de alimentação saudável nas crianças

Oferecer uma alimentação equilibrada e variada nos primeiros anos de vida do seu filho é importante para o desenvolvimento e rendimento na maturidade física e psicológica da criança. A formação dos hábitos alimentares começa muito cedo, portanto esta fase é fundamental para educar comportamentos e criar uma relação saudável com os alimentos para a vida toda.

Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 6,5 milhões de crianças e adolescentes estão acima do peso e já lutam contra a balança no Brasil. Desde cedo a criança deve acostumar-se a comer alimentos variados garantindo as quantidades adequadas de vitaminas e minerais que necessita para o crescimento, desenvolvimento e manutenção da saúde.

O controle do que é oferecido nas refeições é extremamente fundamental, o ideal para ensinar as crianças a comer direito é uma mistura de exemplo e informação.


6 dicas para criar hábitos de alimentação saudável nas crianças

1 - Paciência: seja paciente, muitas vezes o que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado de um processo natural da criança de conhecer novos sabores e texturas, é comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras.

2- Variedades no prato: ofereça uma alimentação variada, é importante que os pais tornem familiar aos seus filhos uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, cereais, grãos, leites e derivados, carnes e, principalmente, a ingestão de água.

3- Controle: limite alimentos ricos em açúcar, sal e frituras, pois o seu excesso pode trazer problemas futuros à saúde, além de promover maior dificuldade de aceitação dos alimentos saudáveis, pois quanto mais sal e açúcar se consome, mais deles é necessário para deixar a comida palatável, e o resto parece ruim.

4- Surpreenda: faça apresentações diferentes e variadas dos alimentos. Cabe aos pais se preocuparem com o que servir na mesa na hora das refeições, lanches para a escola, em passeios e finais de semana.

5- Autonomia: envolva a criança no mundo dos alimentos, deixe-a se alimentar sozinha, manipular e conhecer os alimentos.

6- Dê o exemplo: seja modelo e exemplo, procure fazer sua própria reeducação alimentar e com isso garantir a qualidade de vida de sua família e os futuros bons hábitos alimentares de seus filhos.

O início pode mostra-se desafiador, mas ensinar hábitos saudáveis de alimentação às crianças é importante para a busca da qualidade de vida.

Por: Tamires Gaeta 
Nutricionista do Programa Mente Leve Corpo Leve

24 de mar de 2015

Poluição sonora nas escolas pode gerar problemas

A animação e a algazarra nas escolas, escondem um sério problema: os danos à audição, que podem ter início nos primeiros anos de estudo, em meio ao barulho excessivo dentro e fora das salas de aula.

Exemplos não faltam. O ronco do motor de ônibus e carros na rua, os gritos de gol que vêm da quadra de esporte, as conversas em voz alta no corredor, sem falar do falatório dos alunos em sala de aula. São barulhos tão corriqueiros nas escolas que não se percebe as conseqüências de tudo isso. O fato é que esse ruído em excesso pode causar diversos prejuízos à saúde, como estresse, falta de concentração e até uma progressiva perda auditiva.



O "barulho ensurdecedor", reclamação de muitos professores, não é somente um jeito exagerado de se referir ao incômodo. Com o passar do tempo, alunos e professores, expostos diariamente a sons altos, podem ter a audição comprometida, já que a Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE) tem efeito cumulativo.

"Quanto maior a frequência a ambientes barulhentos ao longo da vida, maiores as chances de danos à audição, que podem começar ainda na infância. No ambiente escolar, a gritaria da turma, somada aos ruídos que vêm da rua e do trânsito, prejudica o bem-estar de todos, comprometendo não apenas a concentração e aprendizagem, mas também os ouvidos", adverte a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

E a barulheira das crianças frequentemente tem efeito multiplicador. Os alunos vão gritar para fazer ouvir sua voz entre outras crianças barulhentas. O professor, por sua vez, faz tamanho esforço para ser compreendido que também acaba gritando sem perceber. Ao mesmo tempo, outros alunos movem suas cadeiras para frente e para trás para apanhar um lápis no chão, ir ao banheiro ou simplesmente conversar com o colega de trás. Medidas simples que atenuam o problema são colocar feltro sob mesas e cadeiras escolares; e exigir dos alunos que falem mais baixo - a começar pelo professor.

Estudo realizado pela Universidade de Oldenburg, na Alemanha, confirmou que em muitos colégios o barulho nas salas de aula passa do tolerável. No Brasil, alguns colégios particulares já se preocupam com o tema.

Limites

O limite suportável para o ouvido humano é de 65 decibéis, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Acima disso, o organismo começa a sofrer danos. Para as salas de aula, a Associação Brasileira de Normas Técnicas estipula que o limite tolerado é de 40 a 50 decibéis. Muitas classes, no entanto, atingem 80 decibéis, principalmente as que têm mais de 25 estudantes. Além disso, o barulho no pátio, na hora do recreio, pode chegar a mais de 100 decibéis.

Se pessoas com boa audição são prejudicadas com tanto barulho na escola, imagine um aluno que já sofre de perda auditiva. "Ouvir o professor com tanto ruído ao redor é difícil, mas a tarefa torna-se impossível para uma criança com dificuldades auditivas. As escolas precisam buscar alternativas para enfrentar o problema", alerta a fonoaudióloga, especialista em audiologia.

Solução para crianças com problemas auditivos

Foi lançado no Brasil, pela Telex, o Sistema FM Amigo que permite a comunicação direta de professores com crianças e jovens com deficiência auditiva. Esta tecnologia, utilizada dentro das salas de aula, é fundamental para ajudar esse aluno a entender com clareza o que o professor está ensinando. O sistema é composto por um microfone (transmissor) e um receptor. A pessoa que está falando, no caso o professor, utiliza o microfone acoplado à roupa e sua voz é transmitida diretamente para o ouvinte, que é o aluno. Isso ajuda a cortar qualquer efeito negativo de distância, eco ou ruído de fundo, mantendo o sinal da fala original alto e claro.

"Pais e professores precisam estar atentos para problemas de déficit auditivo de seus filhos e alunos, que muitas vezes passam despercebidos. É necessário avaliar a audição das crianças, principalmente no início da fase escolar, para evitar problemas de aprendizagem, futuros danos auditivos ou mesmo o agravamento de alterações já existentes", aconselha Marcella Vidal.

Na Telex, as pessoas encontram, além do Sistema FM Amigo, um completo programa infanto-juvenil conhecido como Cuidado Auditivo Amigo da Criança que oferece soluções e serviços pediátricos exclusivos, no intuito de oferecer um futuro melhor para toda criança com perda auditiva.

17 de mar de 2015

100 atividades complementares para o Maternal II

O Colégio Di Biagi, tradicional escola de São Paulo lançou uma apostila com 100 atividades complementares para o Maternal II. 

Nos 20 anos de experiência a Psicóloga Kátia Delbiagi, uma das proprietárias da escola, percebeu a dificuldade que tinham em elaborar atividades diferentes, variadas e adequadas para cada faixa etária e que pudessem complementar as atividades rotineiras para todos os dias letivos. Só quem dá aula sabe como é!

Existia ainda um outro desafio, o de não repetir muitas atividades nos anos seguintes, para que os irmãos que ascendessem àquela turma fizessem atividades diferentes, mas com o mesmo objetivo. O que é muito importante do ponto de vista do marketing da escola, pois se para as crianças é indiferente, para os pais faz uma diferença enorme!

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100 atividades complementares para o Maternal II

A apostila com 100 atividades complementares para o maternal II é destinada às crianças que já tiveram a coordenação motora grossa desenvolvida. Essa explicação é importante pois a nomenclatura usada para cada grupo pode variar nas diversas regiões do Brasil.

A apotila é digital, em PDF, muito mais simples de usar do que as atividades que estão em livros, pois basta abrir, escolher a atividade e imprimir.

Nós do Criando Crianças tivemos acesso à apostila, ficamos muito impressionados com o trabalho e recomendamos para os professores que trabalham com educação infantil. Com certeza irá facilitar muito o dia a dia desses profissionais.





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