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25/08/2014

A importância de criar jogos com as crianças

O mercado oferece muitas opções de jogos infantis. Chega a ser difícil escolher entre tantas alternativas, sendo você adulto ou criança. Mesmo com tanta variedade, os especialistas reforçam que, quando o brinquedo é construído pela criança, o resultado é muito mais interessante.

“Quando a criança inventa um jogo, ela deixa de ser expectadora e passa a ser protagonista tanto da construção como da brincadeira”, explica Márcia Murillo, pedagoga da Mercur.

Para Márcia, é importante que a criança participe ativamente das atividades cotidianas que realiza e que seja atuante, se sentindo parte importante de tudo aquilo que fizer. Pensar, planejar e construir o jogo estimula a criatividade e o desenvolvimento da responsabilidade e da autonomia, além de fazer com que a criança tenha um carinho especial pelo que ajudou a construir.

“Por que criar um jogo com uma criança, e não comprá-lo pronto? Aquilo que a criança ajuda a construir tem um valor imensurável. O comprado também tem valor, mas é muito fugaz”, explica a pedagoga. “Sem dizer que um dos momentos mais ricos e importantes desta atividade é o encontro entre crianças e adultos para a exploração daquilo que foi feito”, enfatiza Márcia.

Os jogos podem ser dos mais diferentes tipos, entre estes, podemos destacar:

  • Jogos pedagógicos: são pensados com a finalidade de oferecer à criança uma experiência de aprendizagem relacionada a algum tema específico como, por exemplo, o conhecimento das cores;
  • Jogos de construção: proporcionam espaço onde a criança pode estimular a sua criatividade através da construção de objetos, formas ou desenhos;
  • Jogos tradicionais/ folclóricos: todos os que privilegiem aquilo que é tradicional de um povo, de uma região, e que possam traduzir as manifestações livres e espontâneas das pessoas.


Sugestões de jogos


  •  Proponha que o jogo tenha alguma relação com um assunto que esteja muito vivo no cotidiano da criança (por exemplo: alfabetização, animais, partes do corpo, palavras em inglês, etc.). Converse com os professores de seus filhos, buscando encontrar assuntos dinâmicos e atuais, de acordo com o momento que eles estejam vivendo;
  • Pense na construção das regras do jogo. Considere jogos que não visem tanto à competição, mas sim a cooperação entre os participantes;
  • Sempre tenha em casa uma caixa com diferentes produtos, facilitando o acesso a diversos materiais: sementes, tampinhas, barbantes, fitas, embalagens plásticas, papeis mais resistentes, folhas diversas, colas, tesouras, lápis, canetinhas hidrocores, entre outros.
  • Um jogo da memória com fotos da família é uma boa opção para começar. Outra ideia são quebra-cabeças feitos com caixas de cartão reutilizadas e imagens de revistas. Basta colar as imagens no papelão e depois cortar em peças, formando assim, um quebra-cabeça.
Aqui no Criando Crianças, sempre trazemos sugestões de jogos e brincadeiras para fazer com as crianças. Você encontrará todos eles na categoria "Produzindo...".

Via: Mercur



18/08/2014

Livro ajuda como explicar o suicídio para crianças

Se para o adulto enfrentar o luto pelo suicídio já é bem difícil, imagina para as crianças? Há quem acredite que apenas deixando de falar sobre o assunto, o tempo se incumbirá de resolver a questão. Pura crença, conforme afirma a psicóloga Karen Scavacini, autora de um livro sobre suicídio pra crianças.

“E agora? Um livro para crianças lidando com luto por suicídio”, da All Print Editora, que será lançado no próximo dia 23/08, das 15h às 18h, na livraria da Vila do JK Iguatemi, em São Paulo, ajuda a explicar o suicídio para os pequenos. No dia seguinte, 24, é a vez de estrear na Bienal do Livro, no Anhembi, em uma tarde de autógrafos, das 17 h às 20h.

Com ilustrações de Andrea Brazil, linguagem de fácil entendimento e atividades para serem preenchidas e refletidas durante as 64 páginas, a autora menciona dados preocupantes sobre a taxa de suicídio e informa que há várias maneiras de auxiliar. “Explicar e conversar sobre o suicídio com uma criança é uma tarefa difícil e, muitas vezes, desafiadora. Porém, é muito importante que cada família encontre sua forma única de quando, como e o quê contar, para que a criança saiba a verdade, com uma linguagem e detalhes adequados à sua idade e às suas características, e que ela tenha com quem contar. Muitas vezes, a criança não sabe o que dizer para os outros e precisa ser ajudada nesse percurso”, conta a psicóloga.



Como explicar o suicídio para crianças

De acordo com dados de 2010 da Organização Mundial de Saúde, para cada morte por suicídio há uma média de cinco a dez pessoas que são afetadas, em sua maioria das vezes, com laços consanguíneos. Alguns autores acreditam que o número é ainda maior, de 28 a 50 pessoas, dependendo da faixa etária e da quantidade de familiares.

“Há um aumento da depressão, deterioração de laços familiares e luto traumático. Há uma crença que se não falarmos sobre o assunto ele se resolverá sozinho com o tempo, mas isso não pode ser mais errado ao se pensar no luto por suicídio. No final, as pessoas sabem, e as crianças também, o que leva muitas vezes a descoberta pela criança da forma errada, sem a sensibilidade e proteção que a família pode ter”, afirma Karen, que também é Mestre em Saúde Pública na área de Promoção de Saúde Mental e Prevenção ao Suicídio.

Diferente de muitos países, esse tipo de morte continua crescendo no Brasil: média de 1 suicídio a cada hora. Mas, independentemente dos números alarmantes, o tema já é assustador. São inúmeras possibilidades que levam as pessoas a cometerem o suicídio e muitas vezes só restam choque, dúvidas, conjecturas e tristeza para os que ficam.  O cenário é ainda pior quando estão envolvidos crianças e adolescentes, que muito cedo precisam tentar entender e lidar com um problema pouco falado e que mesmo os adultos têm dificuldade em assimilar.

“O livro é uma ferramenta de diálogo e contato. É uma forma de mostrar para as crianças que elas não estão sozinhas, que muitas outras crianças passaram e estão passando pelo mesmo que elas. Mostrar que o luto é um processo, difícil e longo, mas que dor não dura para sempre da mesma forma. Ajudar as crianças a darem um sentido ao que aconteceu. Do jeito delas. Não passar por cima do luto e sim passar pelo luto”, explica Karen.

Karen Scavacini
Psicóloga, psicoterapeuta, especialista em Gestalt Terapia pelo Instituto Sedes Sapientiae (2004). Mestre em Saúde Pública na área de Promoção de Saúde Mental e Prevenção ao Suicídio no Instituto Karolinska – Suécia (2011).Doutoranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano.
http://www.karenscavacini.com

15/08/2014

10 brinquedos para entreter crianças em um avião

Pesquisa realizada pela British Airways revela que a maior preocupação dos pais ao voar com as crianças é não saber como mantê-los entretidos. Pensando em auxiliar as famílias, a companhia aérea realizou um experimento que consistiu em reunir 30 crianças em um voo de duas horas com uma seleção de brinquedos. Os passageiros-mirins, com idades entre dois e 10 anos, foram observados por 90 minutos pelo professor e apresentador de TV Robert Winston e por uma equipe de psicólogos educacionais.



Os resultados foram surpreendentes e revelaram que os brinquedos mais baratos mantêm as crianças ocupadas por mais tempo. Massinhas de modelar Play-Doh e pulseiras Loom Bands estão no topo da lista e foram eleitos por 80% das crianças, que ficaram ocupadas por mais de 40 minutos durante o experimento. O resultado animou os pais: 70% afirmaram que levariam estes brinquedos em um vôo no futuro.

O brinquedo mais popular entre os pequenos de 2-5 anos de idade foi o Play-Doh. Já o favorito entre os de cinco a 10 anos de idade foi o Loom Bands. Eternos clássicos, como Lego e cartões Super Trunfo, também marcaram muito esta faixa etária, mantendo-os entretidos durante uma média de 37 e 33 minutos, respectivamente.

"Embora a vontade dos pais seja que seu filho adormeça, brinquedos como Lego, livros de adesivos e jogos de viagem também são uma ótima maneira de mantê-los envolvidos. Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares é uma alternativa para mantê-los entretidos por mais de 90 minutos”, afirma o professor Robert Winston. 

Em uma pesquisa feita com 2.000 pessoas, 25% dos entrevistados disseram que se preocupam com a possibilidade de seus filhos perturbarem os outros passageiros, enquanto mais da metade estão preocupados com a interrupção da rotina de sono de seu filho.

Dra. Vivian Hill, psicóloga educacional, afirma: "Os brinquedos que despertam a imaginação e incentivam a criatividade, ao invés de brinquedos estáticos, como bichos de pelúcia e bonecas, são comprovados para manter as crianças ocupadas por mais tempo”.

10 melhores brinquedos para levar no avião:

1) Loom Bands
2) Massinha de modelar
3) Lego
4) Super Trunfo
5) Uno
6) Cartões de atividade
7) Jogo de viagem Magnéticos
8) Aquadoodle
9) Fantoches
10) Livro de adesivos

Dra. Vivian Hill compartilha suas principais dicas para um voo sem estresse com as crianças:


  • Tenha à mão bebidas durante a decolagem e a aterrizagem, para que os pequenos não sejam tão afetados pela pressão do ar, uma vez que as crianças sofrem mais com as consequências do que os adultos.
  • Comprar novos brinquedos e jogos para o vôo. Brinquedos mais recentes os entretém por mais tempo.
  • Apresentar brinquedos diferentes em intervalos regulares. Envolvê-los e dá-los como presentes funciona muito bem.
  • Concentre-se em atividades que incentivam a criatividade em vez de objetos estáticos, como bonecas e bichos de pelúcia.
  • Fantoches de dedo e cartões de atividade são os brinquedos que podem entreter por muito mais tempo.
  • Pense em jogos que você não precisa transportar. Jogos verbais, como I Spy e Vinte Perguntas são boas maneiras de passar o tempo de vôo.
  • Se for um vôo noturno, leve um pijama. Deixar as crianças prontas para dormir ajudará a evitar perturbar o seu padrão de sono.

A British Airways oferece uma gama de serviços para reduzir o estresse da viagem para as famílias. Isto inclui uma política de “Feed Kids First” (Alimente primeiro as crianças) e a oportunidade de programar refeições saudáveis. British Airways oferece também “Skyflyers Activity Packs” , pacote de atividades que contêm lápis de cor, livros para colorir, quebra-cabeças, caneta e fatos interessantes sobre o vôo.

05/08/2014

10 dicas para aproveitar melhor os estudos

Neste período de retorno às atividades escolares, a maioria dos alunos chega ansiosa para rever amigos e professores. Neste processo, é importante os pais ajudarem seus filhos a se organizar e aproveitar bem a estrutura da escola, visando um melhor aprendizado. A pedagoga Francisca Paris, mestre em Educação e diretora de serviços educacionais da Editora Saraiva, elenca dez dicas práticas sobre o tema.



10 dicas para aproveitar melhor os estudos


  1. Comunicar regras claras – É preciso ensinar as crianças a viver cada momento intensamente, fazendo-os compreender que a vida é feita de ciclos em que ora se estuda, ora se descansa. Com a volta às aulas, eles devem saber que acabou o espírito das férias.
  2. Manter uma agenda para registrar atividades e horários – Não podemos confiar na memória! Quando se tem uma organização e se sabe o dia certo para entregar cada trabalho, o aluno se dedica na ordem certa, de acordo com as datas. Também evita deixar de cumprir as atividades e esquecer os materiais para a aula do dia seguinte, que devem ser arrumados no dia anterior, não a cinco minutos de sair de casa.
  3. Cumprir horário escolar – A criança tem que estar na escola no mínimo 10 minutos antes do início da aula. Quem chega atrasado perde importantes partes, como a explicação inicial de como será a atividade do dia e quais materiais serão usados. Um atraso de 15 minutos pode não parecer nada, mas faz com que ela chegue atrapalhada.
  4. Ter vários materiais de consulta – Claro que a internet tem tudo, mas há outras opções de pesquisa, como arquivos de fotografia, periódicos e enciclopédias. O importante é saber consultar. O “Ctrl C + Ctrl V” é a primeira pesquisa, mas depois é preciso analisar esse conteúdo e escrever sobre ele com suas próprias palavras.
  5. Estudar todos os dias – Estudar às vésperas de uma prova é péssimo, porque se conta somente com a memória e não se aprende de fato. Estudar diariamente é o ideal, porque aprende-se um pouco por dia.
  6. Questionar, sempre – Aluno bom é aquele que tem dúvidas. Escola é o lugar de perguntar, então temos que fortalecer o “Não entendeu? Pergunta!”. Não existe questão imbecil, o aluno pode perguntar qualquer coisa.
  7. Manter um espaço em casa para o estudo – As crianças e jovens de hoje são capazes de fazer várias atividades ao mesmo tempo, mas estudar exige concentração e dedicação. O corpo tem que parar! Esse lugar não precisa ser luxuoso, basta ter uma cadeira e uma mesa para ele e um horário reservado para o estudo, sem ser incomodado. É importante o hábito de se reservar um tempo para isso – meia hora por dia, por exemplo –, sem sacrifícios, porque deixar para adquiri-lo na adolescência é muito mais penoso.
  8. Obter a progressão do aluno – O objetivo da escola é a aprendizagem, o crescimento em relação a ele mesmo, sem comparações com o restante da classe. Cada criança é única, assim como seu desenvolvimento. A escola tem que ser significativa e não utilitária, já que serve para nos ensinar o que a humanidade construiu.
  9. Deixar as crianças com tempo livre – Elas não podem ser submetidas a uma rotina rígida. Os pais passam sua ansiedade para a criança, então temos casos de pequenos hipertensos e estressados porque estão com a agenda sobrecarregada. Não precisamos ser 8 ou 80, mas temos que parar com essa ideia obsessiva de preparação e recuperar o brincar. Infelizmente muitas crianças só conhecem o mundo pela televisão e pela internet.
  10. Estreitar relações com os filhos – Os pais devem perguntar a eles como foi o dia, o que teve de bom e o que não ficou claro no que aprenderam, e participar das atividades da escola. Mesmo que não possam ajudá-los, farão parte da vida deles. O mesmo vale para pequenos sinais de bullying, que crianças e adolescentes muitas vezes não falam espontaneamente, mas acabam revelando-os quando são questionados.

29/07/2014

Aplicativo ajuda pais e filhos na saída da escola

As férias estão acabando e a volta as aulas é sinônimo de muitas coisas, inclusive de fila para buscar os filhos na escola. Quem busca as crianças na escola sabe o quão estressante pode ser essa tarefa, trânsito infernal, filas duplas, triplas, dificuldade para estacionar e ainda a demora dos pequenos que nem sempre estão próximos do portão. Quanto maior a escola, pior a situação.

O aplicativo Filho Sem Fila, da Intuitive Appz, promete resolver esse problema. O responsável avisa pelo celular que está chegando e na portaria a foto da criança aparece em um monitor, simples assim. O aplicativo também oferece a opção de pulseiras, para os alunos usarem,  que vibram quando o responsável chega e menu de notícias para comunicação com os pais.

Como funciona o aplicativo que ajuda pais e filhos na saída da escola


A empresa promete que o aplicativo Filho sem Fila aumenta a segurança de pais e alunos, agiliza a saída de alunos, diminui o tempo de espera dos pais e reduz trânsito no entorno da escola. O aplicativo já foi adotado por diversas escolas, está disponível para Smartphones com sistema IOS e Android para saber mais clique aqui.

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