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21 de fev de 2018

Dificuldades de aprendizagem: O que fazer se seu filho estiver passando por esse problema?

O início da vida escolar ou de um novo ano letivo vem carregado de muitas expectativas e pode significar uma nova etapa no desenvolvimento das crianças, no entanto, essa fase pode trazer também grandes frustrações caso haja dificuldades no aprendizado.

Segundo pesquisas realizadas em vários países, cerca de 10 a 15% da população mundial sofrem de distúrbios na aprendizagem. 'Apesar de, na maioria dos casos, possuírem uma inteligência normal, essas pessoas não coseguem aprender da mesma forma que as outras, pois possuem um estilo diferente de adquirir conhecimento, o que não significa que são menos capazes', afirma a psicóloga Dra. Adriana Giumarães, proprietária do IMTP – Instituto de Medicina Tradicional e Psicologia.

O que fazer se seu filho estiver passando por dificuldades na aprendizagem


A aprendizagem escolar é um processo que depende da combinação coordenada de múltiplos fatores: genéticos, neurobiológicos, psicoemocionais, socioculturais, pedagógicos, institucionais e familiares.

A apresentação de dificuldades no processo de aprendizagem pode ter relação com alguma situação orgânica ou psicológica. De acordo com a psicóloga, 'as causas psicológicas pode estar relacionada a alguma situação vivida ou devido às técnicas, métodos e ações educacionais inadequadas, que dificultam a aprendizagem'.

No entanto, cabe ressaltar que cada pessoa se desenvolve de um modo diferente, segundo a psicóloga Dra. Adriana Guimarães, 'é importante não confundir um desenvolvimento normal com a dificuldade de aprendizagem, indivíduos que apresentam esse problema geralmente expressam desmotivação e incômodo, causado por um sentimento de frustração e incapacidade'.

Caso seja notado tal problema, é necessário procurar auxilio de um psicólogo ou psicopedagogo. 'A Terapia Psicopedagógica investiga as possíveis dificuldades no processo de aprendizagem, por meio de entrevistas, avaliações, atividades lúdicas, entre outras ferramentas que ajudam a suprir esse impedimento', afirma a Dra. Adriana Guimarães.

Além de identificar questões que podem estar travando o processo de aprendizagem do individuo e auxiliar no desenvolvimento do conhecimento a psicopedagogia pode atuar também como uma estratégia preventiva.

Dra. Adriana Guimarães – Psicóloga
  • Graduação em Psicologia pelo Centro Universitário Luterano de Manaus (2005);
  • Pós-graduação em Psicologia do Trânsito (Unip);
  • Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas (2009);
  • Formação complementar em Psicologia pela Universitat de les Illes Balears – Espanha;
  • Proprietária do IMTP – Instituto de Medicina Tradicional e Psicologia.

7 de fev de 2018

Fantasias de carnaval improvisadas: cinco ideias para fazer em 5 minutos

O carnaval está chegando e nem sempre temos dinheiro para comprar uma fantasia para a criançada e as vezes falta também habilidade.

Garimpei algumas imagens de fantasias de carnaval improvisadas, que você pode montar com itens que vai encontrar em casa.

Algumas das ideias são de países mais frios do que o nosso, então substitua as roupas com mangas e calças compridas por outras mais frescas.

Fantasias de carnaval improvisadas para as crianças

Clark Kent

Olha que fofura! E que ideia genial! Vale adaptar um short e camisa de mangas curtas para se adequar ao  nosso clima.


Wally

Personagem do livro Onde está Wally também é bem fácil de fazer. Embora o gorro seja quente, dá para fazer com uma camiseta de mangas curtas e short.


Minion

Você vai precisar de uma jardineira jeans e uma camiseta amarela, além do gorro é claro. O óculo você pode fazer de papelão e colar no gorro com cola quente.



Incrível Hulk

Essa dá pra fazer rapidinho com uma peças velhas que você encontra no guarda roupas. A tinta para o corpo de ser hipoalergênica e própria para crianças. É facilmente encontrada em lojas de artigos para festa.


Super Mario

Você só vai precisar de uma jardineira e uma camiseta e boné vermelhos. Os detalhes no boné e na jardineira dá pra fazer com cartolina. Coloque um elástico no bigode para ficar mais fácil de usar.





31 de jan de 2018

Quando é necessário levar a criança para a Emergência?

A dúvida se é necessário levar o filho para a Urgência ou Emergência é muito comum entre os pais. Por isso, é fundamental compreender que nem todo sintoma manifestado será resolvido pelo médico destes tipos de unidades de atendimento, e a preocupação em excesso não deve ser a responsável pelas decisões quando as crianças estão doentes.

O primeiro passo é entender a diferença entre URGÊNCIA e EMERGÊNCIA. Para o leigo, pode parecer se tratar do mesmo tipo de atendimento, mas não é!

URGÊNCIA - para ocorrências que não existe risco de morte, mas necessita de verificação em, no máximo 24h. Podemos citar como exemplos as fraturas, febre persistente e desidratação.

EMERGÊNCIA - é para situações graves, com risco de morte, que precisa de socorro imediato. São os casos de uma parada cardíaca, hemorragia, traumatismo craniano, convulsão de difícil controle, entre outros.


Quando é necessário levar a criança para a Emergência

Para Isa Schmmit, pediatra do Hapvida Saúde, as unidades de urgência e emergência podem ser, inclusive, locais de risco para os pequenos. 
“As Emergências possuem um fluxo de pessoas com diversas patologias, em alguns quadros graves e contagiosos. Por exemplo, em um hospital que tenha tido passagem de uma criança com catapora, o seu filho pode, sim, contrair a enfermidade. Por essa razão, é considerável levar a criança somente quando for realmente urgente”, enfatiza.

O primeiro passo é verificar o que está acontecendo com a criança, como, por exemplo, se a febre não ultrapassar o período de 48 horas, se apresenta coriza, tosse seca, diarreia que não ocorre com frequência ou se não apresenta desidratação, não é necessário levá-la. Mesmo não levando a criança à Emergência, alguns cuidados precisam ser tomados para eliminar os sintomas. Entrar em contato com o pediatra que faz o acompanhamento do pequeno é uma alternativa para tirar dúvidas, a fim de verificar o que pode ser feito para a melhora.

Para a pediatra, é essencial ficar atento a alguns sinais que podem apontar gravidade no quadro. “Desconforto para respirar, convulsões, queda do nível de consciência, febres que não diminuem depois do uso de medicamentos, lesões de pele que não apresentam melhora, indícios de desidratação, vômitos constantes, entre outras situações, revelam que é hora de levar a criança a um Pronto Atendimento”, explica a médica.

20 de dez de 2017

Férias e festas de final de ano exigem atenção especial às crianças

Com as férias e as festas de final de ano, é fundamental atenção redobrada às crianças, já que aumentam as chances da ingestão e até aspiração de objetos estranhos, como moedas, ossos de frango, peças de brinquedos, feijão e espinhas de peixes. Isso acontece porque os pequenos estão mais tempo em casa e expostos a essas situações – ainda, principalmente até os três anos de idade, é comum o hábito de levar objetos à boca.

A identificação e extração destes corpos estranhos podem ser feitas por meio de um procedimento endoscópico, capaz de, em muitos casos, eliminar a necessidade de cirurgia. O exame de endoscopia digestiva alta visualiza o esôfago, o estomago e o duodeno, que são os locais onde a maioria dos corpos estranhos ingeridos ficam retidos. Os corpos estranhos aspirados podem ficar impactados na laringe, traqueia ou brônquios, sendo avaliados pelo exame de laringotraqueobroncoscopia.  “São exames simples e têm a função de verificar onde o objeto alojou-se. A partir disso conseguimos retira-los, geralmente sem comprometer o aparelho digestivo ou respiratório do paciente”, afirma a Dra. Silvia Regina Cardoso, presidente do Núcleo de Pediatria da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

Para a realização dos exames endoscópicos, é necessário que inicialmente a criança seja submetida à anestesia.  Para a endoscopia digestiva ela é colocada em posição lateral. Então, coloca-se um protetor bucal, a fim de impedir que a boca seja fechada – em seguida, insere-se o esofagogastroduodenoscópio, aparelho responsável pela visualização da faringe até o intestino.  Procedimento semelhante é feito para a realização do exame de broncoscopia, ficando o paciente, neste caso, em decúbito dorsal. Então o broncoscópio é introduzido na boca ou narina, visualizando desde a laringe até os brônquios.

A indicação de uma endoscopia de emergência deve ser feita, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, frente a situações evidentes ou eminentes de obstrução de vias aéreas e de risco elevado de perfuração do esôfago como em casos de ingestão de disco de bateria impactado em esôfago e de peças de brinquedos com múltiplos ímãs ou potencialmente perfurante.  Os exames endoscópicos devem também ser realizados para outros objetos impactados, sem possibilidade de eliminação espontânea.



Pais e cuidadores são principais responsáveis pela prevenção


Objetos como moedas, joias, agulhas e aparelhos que tenham pilhas ou baterias em forma de disco não podem estar ao alcance de crianças menores de três anos; além disso, é fundamental atestar que seus brinquedos não contenham pedaços que possam ser destacados com mãos ou dentes. Também é necessária supervisão direta até os cinco anos enquanto alimentam-se ou brincam com sacos plásticos e balões de borracha.

Os tradicionais broches, berloques, prendedores de chupeta, medalhas e correntes podem representar perigo caso se soltem. Ainda, os pais ou responsáveis devem ensinar as crianças a não levarem os objetos à boca, e atentar-se para que elas não corram, riam ou chorem ao comerem.

“Contudo, esses acidentes podem acontecer mesmo com todas as medidas preventivas. Por isso, os pais e cuidadores precisam conhecer as manobras para retirada de um corpo estranho e para ressuscitação. A criança precisa ser levada o mais rápido possível ao médico, para que o profissional possa identificar e definir qual o melhor tratamento e aplica-lo o quanto antes, evitando complicações”, alerta a especialista.

13 de dez de 2017

Como escolher a escola para meu filho

Estamos nos aproximando do final de ano e, nesse período, entre tantas dúvidas que passam na cabeça dos pais, duas envolvem o início da vida escolar: já está na hora de matricular meu filho em alguma escola? E como escolher a escola ideal? A tomada de decisão não é algo fácil e envolve fatores emocionais, imunológicos, psicológicos e de desenvolvimento dos pequenos.

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os pais são obrigados a colocar seus filhos na escola a partir dos quatro anos de idade, sob risco de multa em caso de descumprimento. Porém, em razão da inserção da mulher no mercado de trabalho, esse início de vida escolar tem acontecido muito mais cedo, as vezes a partir dos quatro meses, quando termina o prazo de licença-maternidade da mãe.

“Sob esse aspecto, é válido dizer que apesar de parecer precoce, há muitos pais que, ao colocarem seus filhos com poucos meses de vida no berçário, a porta de entrada para a vida escolar, conseguem observar neles o desenvolvimento de forma mais acelerada”, revela Tânia Medeiros, coordenadora pedagógica do Sistema Maxi de Ensino.

Para auxiliar pais indecisos, a pedagoga orienta que sejam avaliados fatores de desenvolvimento dos filhos, bem como o ambiente onde vivem. “O ideal é que a criança já se movimente, não use mais fraldas e esteja desenvolvendo a linguagem. Também é importante avaliar como está sua imunidade, uma vez que num ambiente coletivo a exposição bacteriana é, naturalmente, maior, e se está mais disposta à socialização, o que facilita a adaptação”, explica Tânia.

Com relação ao ambiente, a especialista sugere que os pais sejam criteriosos ao responder questões como ‘a mãe, familiar ou babá que fica com a criança oferece a ela experiências que estimulem seu desenvolvimento?’; ‘ela tem um espaço onde possa brincar, se movimentar e interagir?’; ‘em casa, há uma rotina de atividades que a desperte para descobertas?’ “Dependendo das respostas, esses fatores externos revelam que o melhor seja a busca de uma escola”, diz.

 

Como escolher a escola


Decididos que o momento é ideal para a inserção da criança no mundo escolar, a busca pelo local ideal é igualmente desafiadora.

De acordo com a coordenadora pedagógica do Sistema Maxi de Ensino, antes de iniciar a procura, pais precisam pensar em critérios que vão ao encontro do perfil familiar. Os valores da família e da escola devem estar alinhados. 

“A escola deve ser a extensão do lar, com um ambiente harmonioso, que proporcione uma verdadeira parceria e confiança com os pais, especialmente na educação infantil, além de ter uma proposta pedagógica próxima ao que os pais esperam, ou seja, se segue a linha mais tradicional ou liberal, confessional ou humanista. Também é essencial avaliar como a escola desenvolve o trabalho com a psicomotricidade, com brincadeiras, priorizando o lúdico, o que é extremamente importante nessa fase da vida”, destaca Tânia.

Localização e estrutura da escola; oferta de período integral, caso assim seja necessário; preocupação com a segurança e o material didático utilizado, além do preparo e formação de educadores e funcionários, também devem fazer parte do rol de avaliações nesse processo de seleção. Para descobrir tudo isso, o ideal é que os pais visitem o maior número possível de escolas, observem a sua rotina e busquem referências, conversando com outros pais.

Antes da definição, a pedagoga destaca, ainda, a importância de se avaliar a proposta pedagógica da escola, além do sistema de ensino existente, pois, com ele, os pais saberão de qual forma todo o processo de ensino e de formação se dará. “Nesse sentido, uma das propostas que tem sido muito empregadas, principalmente nas escolas infantis, é a da pedagogia afetiva, que une educação de qualidade cognitiva e científica com o aspecto humano, ligado ao ensinamento de valores e princípios, o que prepara os jovens alunos de maneira integral para a vida”, explica a pedagoga.

Com a realização de toda essa avaliação, pais poderão definir, com segurança e tranquilidade, onde seus pequenos iniciarão sua vida escolar.

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