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23 de mar de 2013

Dicas de combate à obesidade infantil

A obesidade infantil continua em debate em 2013, devido ao crescimento no número de crianças com excesso de peso nos últimos anos. Esse aumento deve-se ao consumo elevado de alimentos ricos em carboidratos, refinados e gordurosos. “Refeições em fast-foods apresentam pouco valor nutricional, prejudicando o metabolismo. A diminuição na frequência das atividades físicas também contribui para o aumento dessa disfunção”, afirma Flávia Morais, coordenadora da área de nutrição da rede Mundo Verde. 



O ideal é substituir alimentos muito calóricos pelo de baixa calorias e alto valor nutricional. Oferecer alfarroba, chocolate amargo (70%) ou barras de cereais ao invés do chocolate ao leite. Preferir cereais integrais sem açúcar ou frutas liofilizadas aos salgadinhos, bolacha integrais às recheadas e oferecer muffins zero açúcar no lugar dos excessivamente açucarados, são algumas dicas benéficas para manter em dia a nutrição infantil. Verduras, frutas e legumes não podem faltar no cardápio.

A saúde deve pautar a educação alimentar desde os primeiros anos de vida. Confira abaixo outras dicas da rede Mundo Verde para evitar a obesidade infantil:

  • O leite materno é o melhor alimento para o bebê nos primeiros seis meses;
  • Após o período de amamentação, é fundamental acostumar a criança a comer produtos naturais, como frutas ou sucos, de preferência orgânicos e não adoçados, legumes e verduras;
  • O cardápio deve ser diversificado e equilibrado. Uma dica importante para os casos de rejeição é criar pratos criativos e de boa aceitação com o alimento, como cremes, sopas, suflês, tortas e bolos. Chamar as crianças para prepará-los também pode ser um estímulo;
  • A rotina alimentar também é fundamental. A criança deve ter horários bem definidos e comer com calma, em um lugar tranquilo, arejado e limpo. Comer muito rápido, em ambiente barulhento e em frente à televisão, pode contribuir para o consumo exagerado de comida, sem a mastigação correta e de maneira pouco prazerosa;
  • O exemplo da família também é importante. A reeducação alimentar deve envolver a família toda. Não adianta os pais insistirem que os filhos se alimentem de maneira saudável, sendo que eles próprios comem comidas de pouco valor nutricional na frente das crianças;
  • A escola também tem a obrigação e o dever de oferecer merendas saudáveis, fortalecendo a atitude de proibição da venda de produtos prejudiciais nas suas cantinas. Converse com a direção da instituição onde seu filho estuda;
  • Na hora de preparar a lancheira, opte sempre por biscoitos integrais, frutas secas e barras de cereais; 
  • Guloseimas, salgadinhos, bolachas e doces, são ainda considerados o carro chefe da alimentação infantil. As quantidades exageradas de calorias, somadas à ingestão de poucos nutrientes e substâncias químicas prejudiciais, geram uma combinação extremamente nociva. Não precisa proibir o consumo, apenas evite a compra regular desse tipo de alimento. É permitido, por exemplo, comer um chocolate como sobremesa, mas, no dia seguinte, deve-se sempre optar pela fruta. Converse com a criança e proponha esse "acordo";
  • Estimular atividades físicas também é importante, desde que se respeite o gosto da criança. Descubra o esporte preferido de seu filho e o incentive a praticá-lo. Participe se for necessário e possível.

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